Amar-se é o verbo reflexivo que nos prepara para o amor
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Olhe-se mais no espelho, Paulo Coelho
Amar-se é o verbo reflexivo que nos prepara para o amor
terça-feira, 24 de abril de 2012
Passamos menos tempo no HOJE... e entre o passado e o futuro...
O tempo só é equivalente ao dinheiro se soubermos usá-lo
Mais Tempo, Mais Dinheiro (Autor: Gustavo Cerbasi; Editora: Thomas Nelson Brasil)
Neste livro, Gustavo Cerbasi e Christian Barbosa (“A Tríade do Tempo”) mostram como tornar a vida mais rica, tanto em condições financeiras para viabilizar sonhos, quanto em tempo disponível para realmente desfrutá-los.Sobre o livro:
Uma das máximas do capitalismo – “Tempo é Dinheiro” – é questionada por Gustavo Cerbasi e Christian Barbosa, dois dos mais respeitados especialistas em gestão do dinheiro e do tempo respectivamente. Para os autores, tempo e dinheiro não são exatamente a mesma coisa. “Ambos são riquezas distintas que, somadas e bem utilizadas, conferem um novo sentido ao conceito de prosperidade. Há maneiras de ganhar dinheiro sem consumir o nosso tempo, bem como o tempo mal aproveitado pode custar muito dinheiro. Em resumo, ter mais dinheiro não significa gastar menos, e que ter mais tempo não significa adotar uma maçante disciplina militar”, explica Cerbasi. Quando os dois se conheceram – apresentados por um amigo em comum – acharam que o trabalho de um não tinha nada que ver com o do outro. “Mas, ao ler os livros do Gustavo, achei diversas evidências de quanto os dois temas – tempo e dinheiro – estão ligados. Ele ensina, por exemplo, que o banco é um bom aliado quando você sabe utilizar bem. O seu banco pessoal de horas – o tempo – funciona da mesma forma. Ele não é vilão, muito pelo contrário, é igual para todos. Na verdade, é a única riqueza na face da Terra disponível em quantidade idêntica para cada ser humano vivo. O problema, então, não é a quantidade de tempo que as pessoas possuem, mas sim a forma como ela utiliza esse recurso. E este é o mesmo pensamento de Gustavo para a gestão do dinheiro”, explica Barbosa. No livro, Cerbasi e Barbosa dão dicas para diagnosticar se o leitor está ou não no caminho certo. Os autores explicam que são raras as pessoas que conseguem, por exemplo, identificar aquilo que é realmente importante na sua vida, mais raras ainda são aquelas que conseguem definir o que é prioritário ou mais importante. “Infelizmente, muitas pessoas só param para descobrir isso quando encaram uma situação trágica de frente, como um acidente ou um assalto. Nossa mensagem no livro é clara para isso: você não precisa esperar nada desagradável para dar valor ao importante”, defende Cerbasi. Este processo resultou num livro que consegue traduzir as técnicas e ideias de cada um dos seus autores. “Obviamente, nossas ideias se complementam, às vezes se misturam em um só conceito e em outras situações simplesmente conflitam e geram um ponto de reflexão ou de escolha individual do leitor”, explica Christian. Como consequência, os autores decidiram destacar claramente as passagens contendo orientações, opiniões ou conclusões consideradas pessoais em boxes que aparecem no decorrer do livro.terça-feira, 22 de junho de 2010
Brrrrrr, de LFV
A última vez que fez tanto frio assim na África do Sul foi na Era Glacial, quando nem eu era nascido.
Só para dar uma ideia: as girafas estão procurando cachecóis do seu tamanho, e os pinguins da Cidade do Cabo trocaram seus fraques por macacões térmicos.
Nós aderimos ao princípio da cebola, que é o de usar camadas sobre camadas de agasalho até um ponto em que o frio desiste de penetrar.
Importantíssimo: proteger as orelhas. Quando começamos a perder partes congeladas, as orelhas são as primeiras a cair. Nada tem sido mais essencial para o nosso trabalho aqui — mais do que o acesso ao Dunga e à internet — do que um gorro para tapar as orelhas.
Se a crônica que escrevi, ainda no Media Center do Estádio Elis Park depois do jogo Brasil e Coreia do Norte, pareceu meio tremida, é porque levei quase meia hora para parar de tremer e conseguir bater nas teclas certas.
Para vencer a tremedeira comecei a pensar em coisas quentes. Uma sopa fumegante. Uma lareira acesa. Um tapete de pele de urso na frente da lareira. A Charlize Theron em cima do tapete de pele de urso, me dando a sopa na boca. Nada adiantava. A tremedeira cedeu ao senso de ridículo ou ao senso profissional, não sei bem qual. Digitalizei a crônica, mesmo com o risco de errar as letras e acabar comentando outro jogo. E as luvas não ajudaram.
Pelo menos a Copa em si está esquentando. Depois das derrotas da Espanha para a Suíça e da Alemanha para a Sérvia, pode dar de tudo — inclusive a lógica.
Os times da Bacia do Prata se encarregaram de compensar a escassez dos primeiros jogos, a Argentina dando de quatro na Coreia do Sul e o Uruguai de três na África do Sul.
Os juízes estão desmentindo o anunciado antes da Copa, que deixariam os jogos correr, só dariam as faltas mais duras e economizariam os cartões amarelos. No jogo Alemanha e Sérvia, por exemplo, quase metade dos jogadores em campo recebeu cartão amarelo. Estados Unidos e Eslovênia também foi um jogo truncado, e muito amarelado, pelo juiz.
Qual é a minha seleção da Copa até aqui? Eu tinha escolhido todo o time da Alemanha, com alguns enxertos da Argentina. Agora preciso de tempo para reformulá-la. Em Copas como esta, o melhor é resistir a entusiasmos muito precoces, e ficar frio. O que é que eu estou dizendo? Frio não, frio não!
domingo, 3 de janeiro de 2010
Minha escritora Ucha
Inteligência Plena
A maior realização que se pode conquistar na existência humana, é a realização total do potencial da inteligência. Através deste livro, poderão perceber claramente que esta realização representa a solução única para a vida, no momento em que a vida encontra-se definitivamente ameaçada. A revelação do conhecimento das leis fundamentais da inteligência, ou da própria consciência, representa a chave para o conhecimento das leis fundamentais de todas as realidades com as quais a consciência se relaciona. Conhecer a verdade sobre a expressão máxima do universo humano, é conhecer o caminho da liberdade, é conquistar o direito ao livre arbítrio, é conhecer a verdade sobre todas as coisas. Por outro lado, se não conhecermos a realidade original da consciência, ou da função humana, não teremos acesso à natureza da dificuldade que estamos explicitamente vivendo, portanto não teremos acesso algum à solução. E este pode significar o problema fundamental da estagnação da mente humana, que certamente só realiza a todos os seus anseios quando conhece a si mesma de forma absoluta. A unificação do sistema individual se consagra pela unanimidade interna conquistada, estabelecida e sustentada pelo ponto de vista acertado, quando a confiança se manifesta assegurando a plenitude.sábado, 7 de março de 2009
VEJA Recomenda
VEJA RecomendaLIVRO
Brian Hamill/Getty Images![]() | |
| John Lennon: biografia equilibrada e reve- ladora do Beatle assassinado em 1980 | |
JOHN LENNON: A VIDA, de Philip Norman (tradução de Roberto Muggiati; Companhia das Letras; 856 páginas; 69 reais)
• Biografias de John Lennon existem às pencas. O diferencial do livro de Philip Norman – que já havia escrito uma biografia dos Beatles – foi retratar o autor de Imagine de uma perspectiva muito equilibrada, sem sensacionalismo, mas também sem beatificar o biografado. O livro é realmente completo: narra a trajetória dos Beatles e a carreira-solo de Lennon com uma atenção impressionante às minúcias, iluminando a personalidade surpreendentemente insegura e contraditória de John Winston Lennon. O músico teve uma infância problemática: desgarrado do pai e da mãe divorciados, viveu grande parte da infância com uma tia, Mimi, em Liverpool, experiência que lhe deixou a sensação de não ser amado. Reaproximou-se da mãe, Julia, na adolescência – e Norman levanta a hipótese, que não chega a provar, de que ambos poderiam ter tido uma experiência incestuosa. O cantor também se sentia atraído pelo companheiro Stu Sutcliffe (que morreu antes de os Beatles gravarem seu disco de estreia), mas se enfurecia se levantassem alguma dúvida sobre sua heterossexualidade. Norman exime-se de fazer análises mais profundas sobre esses demônios íntimos do cantor assassinado em 1980. Ele apenas apresenta os fatos e espera que o leitor tire suas conclusões. Leia trecho.
DVD
| Divulgação | |
| Johnny Depp e Al Pacino em Donnie Brasco: a angustiada vida dupla de um agente infiltrado na Máfia | |
DONNIE BRASCO (Estados Unidos, 1997. Sony)
• Na década de 70, o agente federal Joseph Pistone se infiltrou na máfia nova-iorquina. Sob o nome de Donnie Brasco, ele estreitou uma amizade com Lefty Ruggiero, gângster que lhe abriu as portas da organização criminosa, colheu preciosas informações policiais, mas também viu sua vida íntima desmoronar. Baseado nas memórias de Pistone, o filme à primeira vista parecia uma reunião de improbabilidades: seu diretor, o inglês Mike Newell, vinha do sucesso romântico Quatro Casamentos e Um Funeral; para o papel do agente escolheu-se Johnny Depp, cujo talento era ainda uma incógnita; e Anne Heche, como a mulher de Pistone, estava no centro das atenções pelo namoro lésbico com Ellen DeGeneres. O saldo, porém, foi sólido. O elenco todo se mostra impecável, a começar por Al Pacino, como o tristíssimo Lefty. E Newell capta em detalhe a angústia de Pistone em se tornar cada vez mais parecido com as pessoas que despreza – e ter de trair a única delas que, apesar dos pesares, tem algum valor.
DISCO
| Divulgação |
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INVADERS MUST DIE, The Prodigy (Atração)
• Liderado pelo DJ e produtor Liam Howlett, o Prodigy alcançou as primeiras posições das paradas dos Estados Unidos e da Inglaterra com o disco The Fat of the Land (1997) – no qual cruzava a agressividade do rock com batidas eletrônicas. O grupo passou por um período de instabilidade no início da década, mas está novamente afiado com Invaders Must Die. O retorno do Prodigy se deve ao estouro da new rave, um subgênero da música eletrônica criado por bandas como Klaxons. A diferença é que o Prodigy é bem melhor do que seus pretensos seguidores. Invaders Must Die tem batidas agressivas – atente para a "paulada" de Run with the Wolves, que traz a participação do baterista Dave Grohl, ex-Nirvana – e canções perfeitas para madrugadas de dança, como Warriors Dance.
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Bernard Shaw - frases
Melhores frases de George Bernard Shaw“Muito cuidado com o homem que não devolve uma bofetada.”
“Cuidado com o homem cujo Deus está no céu.”
“Tempo livre não significa repouso. O repouso, como o sono, é obrigatório. O verdadeiro tempo livre é apenas a liberdade de fazermos o que queremos, mas não de permanecermos no ócio.”
“Posso perdoar Alfred Nobel por ter inventado a dinamite, mas só um diabo em forma de gente podia ter inventado o Prêmio Nobel.”
“As pessoas que vencem neste mundo são as que procuram as circunstâncias de que precisam e, quando não as encontram, as criam.”
“Os capazes criam, os incapazes ensinam.” ou
“Quem sabe faz. Quem não sabe ensina.”
“A vida é uma pedra de amolar: desgasta-nos ou afia-nos, conforme o metal de que somos feitos.”
“Não há satisfação em enforcar um homem que não faz objeção a isso.”
“O pior pecado contra nosso semelhante não é o de odiá-los, mas de ser indiferentes para com eles.”
“O fato de um crente ser mais feliz que um cético não é mais pertinente que o fato de um homem bêbado ser mais feliz que um sóbrio.”
“A falta de dinheiro é a raiz de todos os males.”
“A razão escraviza todas as mentes que não são suficientemente fortes para a dominarem.”
“Ficar jovem leva tempo…”
- Leia mais: Wikiquote
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
Um Z009 diferente
Por Arnaldo JaborO grande barato da vida é olhar para trás e sentir orgulho. É viver cada momento e construir a felicidade aqui e agora. Claro que a vida prega peças. O bolo não cresce, o pneu fura, chove demais (perdemos pessoas que amamos)...
Mas, pensa só: Tem graça viver sem rir de gargalhar, pelo menos uma vez ao dia?
Tem sentido estragar o dia por causa de uma discussão na ida pro trabalho? Eu quero viver bem... e você?
2008 foi um ano cheio. Foi cheio de coisas boas, mas também de problemas e desilusões, tristezas, perdas, reencontros.
Normal...
Às vezes, se espera demais. A grana que não veio, o amigo que decepcionou, o amor que acabou.
Normal...
2009 não vai ser diferente. Muda o século, o milênio muda, mas o homem é cheio de imperfeições, a natureza tem sua personalidade que nem sempre é a que a gente deseja, mas, e aí?
Fazer o quê (foq...)?
Acabar com o seu dia? Com seu bom humor? Com sua esperança?
O que eu desejo para todos nós é sabedoria. E que todos nós saibamos transformar tudo em uma boa experiência.
O nosso desejo não se realizou? Beleza... Não estava na hora, não deveria ser a melhor coisa para esse momento (me lembro sempre de uma frase que ouvi e adoro: "cuidado com seus desejos, eles podem se tornar realidade").
Chorar de dor, de solidão, de tristeza, faz parte do ser humano... Mas, se a gente se entende e permite olhar o outro e o mundo com generosidade, as coisas ficam diferentes.
Desejo para todos voces esse olhar especial! 2009 pode ser um ano especial, se nosso olhar for diferente.
Pode ser muito legal, se entendermos nossas fragilidades e egoísmos e dermos a volta nisso. Somos fracos, mas podemos melhorar. Somos egoístas, mas podemos entender o outro.
2009 pode ser o bicho, o máximo, maravilhoso, lindo, especial! Depende de mim... de você.
Pode ser... e que seja!
- Piratas atacam novamente: Ouça
sábado, 20 de dezembro de 2008
Natal com 'A Cabana'
Best-seller William Young, autor do romance de sucesso 'A cabana', conta que não pretendia publicar o livro
- Minha mulher me pediu para escrever uma história como um presente. Não tive dinheiro para imprimir o manuscrito no Natal de 2005. Mas consegui depois do Natal fazer 15 cópias de "A cabana" para entregar à família e amigos próximos. Era este o único objetivo. Muito da minha história está no livro - lembrou o autor, que cresceu em Papua Nova Guiné com seus pais missionários e estudou religião em Oregon, nos Estados Unidos.
As crianças, como ele esperava, não se entusiasmaram muito. Mas alguns amigos leram imediatamente e começaram a repassar o livro para pessoas próximas. Young começou a receber e-mails de pessoas que nem conhecia dizendo que o livro impactara suas vidas. Ele decidiu enviar uma cópia de "A cabana" para um escritor que conhecia, que repassou o livro para dois produtores de cinema, Wayne Jacobsen e Brad Cummings.
Após um encontro entre os produtores e Young, a história de Mackenzie Allen Philips foi reescrita quatro vezes em 16 meses até que a versão final foi enviada a 26 editoras norte americanas, metade delas religiosa. A maioria sequer respondeu.
- As editoras cristãs acharam o livro herético. Já as que não eram religiosas acharam que havia muito Jesus. Tínhamos um livro e nenhuma editora o queria. Então Jacobsen e Cummings criaram uma editora só para lançar
"A cabana" nos EUA. Resultado: há 20 semanas, o livro está na lista dos mais vendidos do jornal "The New York Times". Um fenômeno de público causado pelo marketing do boca-a-boca. Já foi traduzido para 36 idiomas e, segundo o autor, vendeu em todo o mundo mais de 4 milhões de exemplares.
Há ainda a possibilidade de "A cabana" virar filme, mas William Young é cauteloso. Ele explica que é detentor dos direitos autorais do livro, mas seis grandes estúdios estão interessados na adaptação.
- Eu não ligo para fazer um filme. Nem ligava para escrever um livro. Escrevi para meus filhos. Quero estar envolvido em coisas que Deus abençoe. Não quero mais fazer coisas e pedir para Deus abençoar porque eu acho que seja uma boa idéia. Muitas negociações estão acontecendo. Não estamos selecionando elenco. A princípio temos um diretor e um dos melhores roteiristas. Então, veremos.
O livro foi escrito após William Young ter sofrido a perda de sua sobrinha e de seu irmão. O autor conta que também sofreu abuso sexual quando tinha quatro anos. Sua relação com o pai é complicada, assim como Mackenzie no livro.
- Mack sou eu. Mas o que ele vive no livro em um fim-de-semana foi um processo que eu vivi em 11 anos.
No livro, três anos após o seqüestro e a morte de Missy, sua filha mais nova, Mack recebe um bilhete misterioso marcando um encontro na cabana onde a menina foi brutalmente assassinada. Ele vai e passa um fim de semana com a Santíssima Trindade. Contrariando todas as expectativas do personagem, Deus se personifica como uma mulher negra, grandona, que cozinha para Mack. O Espírito Santo é uma chinesa ou mongol multicolorida e volátil que cuida do jardim. Jesus é um jovem do Oriente Médio que conserta e constrói coisas. Todos pregam a igualdade, o fim das hierarquias, a liberdade e são contra a culpa, as regras e as instituições. É uma visão bastante libertária do amor, do perdão, da redenção, do sagrado e do humano.
terça-feira, 25 de novembro de 2008
Transitória, imprevisível e finita
Cláudio Garcia Pintos nos brindou na última sexta-feira no auditório do Curitiba Palace Hotel com a palestra voltada à preparação para a terceira idade: "Transitoriedade, Imprevisibilidade e Finitude", mas a sigla TIF deve ser usada com moderação...
... A transitoriedade, a imprevisibilidade e a finitude da vida na visão da Logoterapia é um tema é muito quente e ela tem um modo todo especial para abordá-lo. Garcia começou e terminou a palestra com a frase de um boxeador panamenho muito famoso chamado Roberto Durán, ou Roberto Manos de Piedra Durán nascido em 16 de Junho de 1951.
Frase de término: "pero todavía sopla!"
Guilherme Falcão, na foto sentado ao lado de Garcia, é o Presidente da Associação de Gerontologia, ligada à AMP, anfitriã do evento. A primeira idade tem sua ênfase na IDENTIDADE (EU), e nos ensina que a criança está apta a RECEBER. A segunda idade enfatiza a SOCIEDADE (NÓS), e mostra o indivíduo como que treinado a PARTICIPAR. A terceira idade tem seu foco na SOLIDARIEDADE (TU) e o idoso está "condenado" a DAR. O interessante aqui, segundo o palestrante, é inverter a ordem e tornar a essência da terceira idade nO RECEBER, em troca da primeira, nO DAR, ou DOAR! Assim é que muitas situações de sucesso acontecem quando se colocam os asilos próximos -e integrados- aos orfanatos.

A alternância entre o egocentrismo (visão caleidoscópio) e o heterocentrismo (visão telescópio) é o modo especial da logoterapia abordar tema tão amplo como a terceira idade. Também, ampliar o olhar sobre a ternura e a experiência do idoso, ao invés do aspecto físico, das rugas, do ritmo e da sua rabujice, e assim por diante. A longevidade está ampliando e assim devemos estar preparados para viver mais, porém, melhor! Traduzindo a frase do boxeador que foi inquirido sobre se não estava muito velho para retornar aos ringues: "Velho é o vento, mas mesmo assim, sopra!", respondeu.
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Sentido da Vida, FRANKL
Juventude
No início da década de 1920, quando tinha quinze anos de idade, Frankl passou a se corresponder com Sigmund Freud. Em 1921, deu sua primeira conferência, sobre o tema "A respeito do sentido da vida". A seguir, Frankl torna-se membro ativo de organizações de trabalhadores socialistas jovens. Em 1925, como estudante de medicina, Frankl encontra-se pessoalmente com Freud e se aproxima do círculo intelectual liderado por Alfred Adler. No ano seguinte, ele é excluído da Association de Psychologie Individuelle, em razão de suas divergências com Adler.
Segunda Guerra Mundial
Em 1942, a família de Frankl é deportada da Áustria pelos nazistas, o que também acontecerá com ele em 1945. Frankl é enviado para Auschwitz, recebendo a tatuagem de prisioneiro nº 119.104. Subseqüentemente, será enviado para outros campos de concentração.
Libertado quando do fim da guerra, Frankl toma conhecimento de que sua mulher morreu de esgotamento simultaneamente à liberação do campo de Bergen-Belsen.
Esta indelével experiência pessoal será marcante em sua obra terapêutica e em seus escritos, tendo sido capaz de manter, em tal situação desumanizadora, a capacidade de manter a liberdade do espírito.
- Leia mais: Wikipedia
- Livro: Em busca do sentido da vida
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Martins ao cubo
Estabelecer uma "Literatura Cúbica" é a proposta dos escritores ROSANE MAGALY, JAIRO PACHECO E JOSÉ ENDOENÇA - todos MARTINS - que provocam o leitor a uma nova perspectiva literária em seu mais novo livro: “MARTINS AO CUBO - altura, largura e profundidade da existência”.Aprovado pelo Fundo Municipal de Apoio à Cultura de Blumenau a idéia inicial do livro foi de "fundir" poemas, contos, crônicas e ensaios produzidos nos últimos vinte anos de escrita dos três autores Martins. O resultado, criação de um livro com estilo de literatura inédito dentro de estética inovadora, que leva o leitor à nova ótica de leitura. “MARTINS AO CUBO” “ultrapassa limites convencionais da literatura, para transformar-se em livro arte, livro completude, livro intersecção”, diz Rosane Magaly. Segundo os autores, a proposta do livro de juntar textos, palavras, imagens e símbolos foi de explorar justamente a identidade única, da junção dos três em um: uma só poética multifacetada de três escritores, gerando uma quarta perspectiva ao falar sobre a grande trimembração da vida.
O livro é o encontro da poética dos MARTINS como essência humana trina, tridimensional, onde altura, largura e profundidade existenciais deixam de ser obstáculos para se transformar arte, observa José Endoença, que teve sobre seus ombros a responsabilidade de explorar, selecionar e “costurar” a produção deles três escritores. “No livro há até sete opções de leitura, sendo a sétima sua principal e plenamente alcançada proposta de dimensão poética, possibilitada pelo instigante e criativo projeto gráfico de Rosane Kurzhals”, analisa Jairo Pacheco.
terça-feira, 2 de setembro de 2008
Existe um Homero em cada autor
O Estado de São Paulo - 31/08/2008 - por Rodrigo Lacerda
A Ilíada e a Odisséia são duas obras que certamente se encaixam numa coleção chamada Livros que mudaram o mundo. Escritas por volta de 800 anos antes de Cristo, desde então fazem parte do chamado cânone ocidental. Mas nem sempre este pertencimento ao cânone foi visto com tanta naturalidade. É exatamente do processo de consolidação dessas obras, e de seu autor, na lista dos clássicos de todos os tempos, que trata o novo livro do escritor, tradutor e antologista Alberto Manguel, Ilíada e Odisséia - Uma biografia (Jorge Zahar, Trad. Pedro Maia Soares, 272 pp., R$ 39,90). Os capítulos de abertura abrem espaço para um pequeno resumo dos poemas e para a indefectível discussão sobre a existência ou não de Homero. Mas não são eles que importam. Fazer a "biografia" dos dois livros primordiais da literatura grega, como propõe o título, significa recuperar as diversas leituras que já inspiraram.
domingo, 27 de julho de 2008
Amante da leitura
Este instantâneo saiu evidentemente duma mente imaginativa e genial. É a ilustração da criatura que ama a leitura, e se sente adornada pelo conhecimento advindo dela.


