- http://f5.folha.uol.com.br/colunistas/albertopereirajr/1076587-sbt-desiste-de-rosana-jatoba.shtml
- http://f5.folha.uol.com.br/televisao/1076532-galvao-bueno-esta-fora-da-cobertura-da-olimpiada-de-londres.shtml
- http://f5.folha.uol.com.br/celebridades/1076837-eu-so-funciono-se-estiver-bem-maquiada-revela-tais-araujo.shtml
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terça-feira, 17 de abril de 2012
Deu na Folha
sábado, 14 de abril de 2012
quarta-feira, 28 de março de 2012
Gostar do que se faz e fazer o que se gosta!!
| Viver, e não ter vergonha de ser feliz!! |
Cansou da rotina estressante? Quer jogar tudo para o alto e perseguir seu sonho? O que ensinam os exemplos de quem já fez isso – e obteve sucesso numa vida mais tranquila, equilibrada e gratificante
Luís Henrique Ribeiro (Foto: Pablo Pinheiro/ÉPOCA)
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
24 em 24
Sexta-feira, 24 de setembro de 2010Apenas três técnicos de futebol na Série A não caíram (considerando aqui também a troca do Mano pelo Adilson no SCCP, do Fenômeno)
Apenas Joel Santana (Botafogo), Muricy Ramalho (Fluminense) e Vagner Mancini (Guarani) seguem à frente da mesma equipe desde o início da competição.
E o Felipão está na corda bamba...
RIO - A goleada de 5 a 1 para o Fluminense provocou mudanças no Atlético-MG, que segue na zona de rebaixamento. Após a partida, o técnico Vanderlei Luxemburgo foi demitido pelo presidente Alexandre Kalil.
- Estou chateado porque o trabalho não fluiu. O presidente optou pela minha troca e entendo isso como uma coisa natural do futebol. Saio chateado não com o Kalil, muito pelo contrário, mas porque a gente queria fazer as coisas acontecerem - lamentou Luxemburgo.
O Galo é o time que mais perdeu no Brasileirão - 15 derrotas em 24 rodadas. O time é o 18º, com apenas 21 pontos, e ocupa a zona de rebaixamento desde a 10ª rodada.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
CORI 7.º em público?
Atualizado em 21/09/2010 às 11:12:47
Coritiba é sétimo em média de público na Série B
Rodrigo Sell
| Allan Costa Pinto |
|---|
| No Couto teve mais gente que nos dez jogos de Joinville |
Pode o público acumulado de uma equipe mais do que dobrar em apenas um jogo na 22.ª rodada da Série B? Pode se esse time for o Coritiba. Isso porque no sábado diante da Portuguesa, 28.134 torcedores foram ao Couto Pereira em contraponto com os 24.538, que viram o time nos dez jogos em Joinville.
Com isso, a média do clube passou de 2.454 para 4.788, contando com a partida no Couto. Isso fez com que o Coritiba pulasse da 12.ª colocação em termos de público para a 7.ª posição.
Notícias Relacionadas
E isso pode se repetir no sábado que vem contra o ASA e ainda aumentar ainda mais essa média de público já que ao menos 17 mil dos que foram no sábado se tornaram sócios do Coritiba.
sábado, 28 de agosto de 2010
Ganhamos... UFA!
GRAN PRIX DE VOLEY FEMININO.
Brasil arrasa a Itália e mantém o sonho de conquistar o Grand Prix
Seleção supera bem ausências de Mari e Paula Pequeno e consegue três importantíssimos pontos na classificação da fase final
Com a fácil vitória, as brasileiras passaram a somar oito pontos, ocupando momentaneamente a liderança da fase final da competição. O time brasileiro precisa torcer agora por uma vitória da China, que tem seis pontos, sobre os Estados Unidos (sete pontos), no jogo que fecha a quarta e penúltima rodada, às 8h30m (de Brasília), para decidir o título com o time da casa neste domingo, às 8h. Todos os jogos são transmitidos ao vivo pelo SporTV.
O jogo
Com Natália no time titular pela primeira vez na fase final do Grand Prix, o Brasil começou com tudo e abriu logo uma larga vantagem (7 a 2) e foi para a primeira parada técnica com 8 a 4. A seleção manteve o ritmo, e foi para a segunda parada com 16 a 8.
O Brasil chegou a 21 a 15, mas com dois pontos seguidos da Itália, o técnico José Roberto Guimarães pediu tempo, e logo em seguida veio o 22º ponto. Pouco tempo depois o Brasil fechou o primeiro set com certa facilidade: 25 a 17, em 21 minutos.
Brasil atropela no segundo set
No segundo set, a equipe brasileira teve alguns problemas de recepção no início, mas se recuperou e foi para a primeira parada técnica com 8 a 7 a seu favor. Na volta à quadra, o Brasil deslanchou e fez três pontos seguidos, obrigando o técnico da Itália, Massimo Barbolini, a pedir tempo. O bloqueio brasileiro, porém, impediu que as italianas reagissem e a seleção foi a 14 a 8. Barbolini então pediu novo tempo. Pouco adiantou, as brasileiras foram para a segunda parada com 16 a 9 no placar.
A seleção italiana parecia perdida e o Brasil chegou a 19 a 9. Fechar o segundo set para o time brasileiro passou a ser questão de pouco tempo, já que a Itália não acertava nada. E foi o que ocorreu numa bela largada de Natália: 25 a 13, em 18 minutos.
Itália muda o time, mas não sua atuação
No terceiro set, Barbolini pôs Rondon no lugar de Lo Bianco, e Bosetti, no de Piccinini, para tentar a reação. A Itália começou melhor, abriu 5 a 3, mas as brasileiras conseguiram a virada e foram para a primeira parada técnica da parcial com favoráveis 8 a 6. Com Fabíola em grande dia, o Brasil fez dois pontos seguidos e chegou a 10 a 7.
Quando as brasileiras fizeram 12 a 8, o técnico italiano parou o jogo para tentar fazer seu time se recuperar. Logo depois, ele pôs a Barcellini em quadra, mas o Brasil foi para a segunda parada com vantagem: 16 a 13. E prosseguiu ampliando a diferença com dois pontos seguidos, levando Barbolini a parar a partida novamente. Um erro incrível da arbitragem tirou o 19º ponto da equipe brasileira, mas com raiva Jaqueline largou o braço no lance seguinte e o placar ficou em 19 a 14.
Fabíola exibia uma técnica impressionante e a vitória ficou mais perto quando o Brasil fez 22 a 16, com um ataque de Fabiana. O match point veio com a mesma atacante, e a vitória com uma pancada de Natália: 25 a 16, em 20 minutos.
Times:
BRASIL - Fabiana, Thaisa, Jaqueline, Natália, Sheilla e Fabíola. Líbero: Fabi. Técnico: José Roberto Guimarães.
ITÁLIA - Barazza, Ortolani, Piccinini, Lo Bianco, Del Core e Gioli. Líbero: Merlo. Entraram: Rondon, Bosetti e Barcellini. Técnico: Massimo Barbolini.
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Tim versus o 1º

| Bellucci enfrenta convidado e pode ter encontro da Davis no US Open Quinta, 26 de agosto 2010 às 14:16:17 BRT |
terça-feira, 17 de agosto de 2010
ATP1000: Cincinnati
Pela primeira vez na carreira, o paulista Thomaz Bellucci acaba de alcançar a segunda rodada do Masters 1000 de Cincinnati. A vítima desta segunda-feira foi o qualifier alemão Benjamin Becker, derrotado por 7-6 (6) e 7-5, em 1h46m. Na segunda rodada, nesta terça-feira, por volta das 16h (de Brasília), o número 25 do mundo encara o cipriota Marcos Baghdatis.O saque foi fundamental na vitória desta segunda e o brasileiro fez 12 aces. Aliás, Bellucci começou e terminou o primeiro set com um ace. Extremamente equilibrada, a primeira parcial não teve quebras e cada tenista salvou um break point. No tie break, Becker salvou um set point, mas, na segunda chance que teve, o número 1 do Brasil finalizou. Com um ace.
A primeira quebra de serviço veio no quarto game do segundo set. A favor do brasileiro, que foi para o saque em 3 a 1, mas foi quebrado. No 11º game (sacando em 5 a 5), Bellucci salvou um break point. Em seguida, o brasileiro teve dois breaks e aproveitou o segundo para fechar o jogo.
Dá-lhe, Bellucci!
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Cori é o melhor do ano
São apenas três derrotas do Cori
(Foto: Emanuel Amaral / Agência Estado)
Depois de um fim de ano desastroso em 2009, o torcedor coxa-branca tem pouco a lamentar na atual temporada. Se as lembranças do ano do centenário não são as melhores, em 2010, o vice-líder da Brasileirão - Série B, é o time de ambas as séries que menos perdeu na temporada: são três derrotas em 34 jogos oficiais, por três competições diferentes.
Vice-Líder do Brasileirão, o Corinthians é o segundo time menos batido no ano, entre as duas divisões nacionais: seis quedas. Botafogo, Figueirense e América-MG também saíram zerados em seis jogos, mas disputaram menos partidas que o Timão.
Apenas Paraná (1 a 0 no Estadual), Avaí (2 a 1 na Copa do Brasil) e Náutico (2 a 1 na Série B) conseguiram derrubar no ano o Coxa, que cumpre a pesada suspensão de jogar em Joinville.
O Coxa também figura entre os times que mais venceram no ano. Quem mais vibrou foi a torcida do Santos, com 29 vitórias. Em compensação, o Peixe já perdeu 10 vezes em 2010. O técnico do Coritiba, Ney Franco, comemora.
- Dentro da situação do clube, economicamente, a gente conseguiu montar um bom elenco - constata o treinador, que tem um aproveitamento de 75,4% dos pontos na temporada. São 23 vitórias e oito empates, além das já citadas três derrotas. Os jogadores atribuem o sucesso nos números ao treinador.
- É uma prova de que tem um elenco de qualidade - destaca o lateral Ângelo.
Betinho concorda com o companheiro de equipe.
- Ele vem fazendo um bom trabalho desde o Paranaense, quando conquistou o título e vem dando sequência agora na Série B.
domingo, 25 de julho de 2010
Tênis tem dois campeões inéditos
DE SÃO PAULO
O tênis viu dois campeões inéditos neste domingo na Alemanha e na Áustria.
| Axel Heimken/AP |
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| Andrey Golubev levanta troféu de campeão em Hamburgo |
Em Hamburgo (Alemanha), Andrey Golubev, do Cazaquistão, derrotou o austríaco Jürgen Melzer na final por 2 sets a 0 (6/3 e 7/5) e se tornou o primeiro profissional do seu país a conquistar um título do circuito da ATP.
Golubev, que há três dias completou 23 anos, precisou de 1h30min para vencer o confronto. Ele atualmente ocupa a 82ª posição do ranking mundial. Melzer é o 15º.
O cazaque acertou muito mais que seu adversário nos momentos decisivos do confronto, ao aproveitar dois dos quatro break points que teve, enquanto o austríaco desperdiçou os cinco que teve.
Em Bad Bastein, na Áustria, a alemã Julia Goerges alcançou seu primeiro título do circuito profissional feminino ao derrota a suíça Timea Bacsinszky por 2 sets a 0, com parciais de 6/1 e 6/4.
Número 65 do ranking mundial, Goerges não desperdiçou a chance de vencer a primeira final de sua carreira. No segundo set, teve de sair de um 2-4, vencendo quatro games seguidos para fechar a partida.
Bacsinszky, 52º do mundo, disputou sua primeira final da temporada. No currículo, a suíça tem apenas um título, em Luxemburgo, em 2009.
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Novidades para 2014
A nova geração que pode ser a cara da seleção brasileira - O projeto da seleção brasileira de imediato é renovação, de olho na campanha para 2014, com a Copa do Mundo em casa. A seguir alguns jogadores da nova geração que podem frequentar as próximas convocações:
Paulo Henrique Ganso (Santos)
20 anos / meio campo / Habilidoso, é criador de jogadas e dá ritmo ao jogo. A perna boa é a esquerda, mas também chuta com a direita.
Neymar (Santos)
18 anos / atacante / Tem passagens pela seleção sub-17, mas despontou mesmo neste ano no Campeonato Paulista. É leve, rápido e dribla bem.
Alex Silva (São Paulo)
25 anos / zagueiro / Já esteve na lista de relacionados da seleção. É alto, tem bom domínio de bola e sabe sair jogando.
Hernanes (São Paulo)
25 anos / meio campo / Alterna ótimas partidas com participações modestas no seu clube. Chuta bem de fora da área e tem dribles curtos. A perna boa é a esquerda.
Keirrison (Santos)
21 anos / atacante / Foi artilheiro brasileiro em 2008. Após passagem pelo Palmeiras foi vendido ao Barcelona. Tem bom arranque e toques rápidos. Revelação do Coritiba aos 17 anos.
Alexandre Pato (Milan)
20 anos / atacante / Perdeu lugar na seleção em 2010, depois de participações apagadas. No Milan tem aparecido bem, mostrando ser rápido e com bom chute.
Marcelo (Real Madrid)
22 anos / lateral-esquerdo / Tem atuado com frequência no Real e conseguiu grande destaque na última temporada. É rápido, apoio bem e costuma marcar gols.
Victor (Grêmio)
27 anos / goleiro / Eleito por dois anos o melhor goleiro do Campeonato Brasileiro, é forte candidato a conquistar uma das três vagas para a posição.
domingo, 11 de julho de 2010
C'est Fini
11/07/2010 | 06h10min
Holanda e Espanha fazem final recheada de curiosidades
Decisão inédita pode derrubar outros tabus da história das Copas
Desbravadores - O vencedor do jogo deste domingo vai entrar para a história do futebol europeu: nunca uma equipe do continente conquistou uma Copa fora da Europa.
Bom sinal - As duas seleções contam com técnicos que nasceram nos respectivos países. É uma indicação positiva para ambas, pois jamais uma seleção levantou uma Copa sendo treinada por um estrangeiro.
Para quebrar a escrita - A Fúria não tem como alcançar os 100% de aproveitamento, uma vez que perdeu para a Suíça na estreia. No entanto, ela pode romper outro tabu: nunca uma seleção que foi derrotada na estreia da Copa venceu o Mundial.
Equilíbrio total - Holandeses e espanhóis se conhecem dentro das quatro linhas há um bom tempo, desde 1920. De lá para cá, fizeram nove jogos, com quatro vitórias para cada lado e um empate. A Fúria marcou 15 gols, enquanto a Laranja fez 11.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Polvo Espanhol
Paul teve êxito na previsão de todos os resultados da Alemanha na Copa do Mundo da África do Sul
O polvo Paul acertou seu sexto palpite consecutivo na Copa do Mundo ao prever a vitória da Espanha sobre a Alemanha, em Durban, pelas semifinais do Mundial.
Veja também:Espanha enfim chega à decisão de uma Copa do Mundo
GALERIA - Imagens da vitória espanhola
CRONOLOGIA: Copa, dia a dia
TABELA - Jogos | Classificação
A Fúria bateu os alemães por 1 a 0 com um gol de Puyol e chegou pela primeira vez à final de uma Copa do Mundo. Sua adversária será a Holanda, que venceu ontem o Uruguai por 3 a 2.
O polvo Paul, morador do aquário Sea Life, em Oberhausen (Alemanha), 'previu' ontem que a Espanha venceria a partida desta quarta.
O animal já havia acertado os resultados da Alemanha nos cinco jogos anteriores da seleção do técnico Joachim Löw no Mundial, inclusive a derrota para a Sérvia na primeira fase.
Diante das câmeras da televisão e para a consternação dos torcedores alemães, Paul preferiu comer o mexilhão que estava dentro de um recipiente com a bandeira espanhola, desprezando o que estava ao lado, em uma caixa com a bandeira alemã.
O polvo 'vidente' falhou apenas uma vez, há dois anos. Foi na final da Eurocopa 2008, quando previu uma vitória da Alemanha sobre a Espanha, mas foram os espanhóis que levantaram a taça.
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Dèja Vu na Copa da África
Para o Grupo Pão de Açúcar, que é dono da rede, o erro foi da Folha.
Para a Folha, a veiculação ainda está sendo apurada
Adeus "A I qembu le sizwe" brasileira (Reprodução/Folha de S. Paulo)
A rede Extra veiculou na Folha de São Paulo desta terça-feira um anúncio em que se despede da Seleção Brasileira na Copa da África. O anúncio diz: "A I qembu le sizwe sai do Mundial. Não do coração da gente. Na África, no idioma Zulu, I qembu le sizwe é SELEÇÃO. Valeu, Brasil. Nos vemos em 2014."
Procurada pela reportagem, a assessoria de imprensa do Grupo Pão de Açúcar, da qual a rede Extra faz parte, afirmou ter sido uma falha humana por parte da Folha de São Paulo. Segundo a assessoria, foram enviados dois anúncios, um para o caso de derrota da Seleção e outro para ser utilizado em caso de vitória. O anúncio publicado foi, por engano, o de derrota. Ainda, de acordo com o Grupo Pão de Açúcar, a Folha de São Paulo fará uma retratação do erro.
Segundo o departamento comercial da Folha de São Paulo, a veiculação do anúncio ainda está sendo apurada e, por enquanto, não é possível explicar se o erro foi realmente por parte da Folha ou da house do Grupo Pão de Açúcar.
O Grupo Pão de Açúcar é patrocinador oficial da Seleção Brasileira até o fim da Copa da África através da marca Extra. (Cris Simon)
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Coritiba: Concurso
A camisa do seu sonho pode agora ser a camisa que vai vestir toda a nação coxa-branca. A partir desta terça-feira, 29 de junho, até o próximo dia 05 de julho, às 18h, o Coritiba e a Lotto recebem sugestões dos sócios para a 3ª camisa do Verdão que será lançada na temporada 2010. Para escolher a roupa que o Coxa irá vestir, encaminhe suas sugestões para o e-mail socioescolhe@coritiba.com.br. Ao enviá-las, o sócio deve incluir no corpo do e-mail seu nome e número de Sócio, facilitando assim a identificação do autor de cada modelo. Outra possibilidades é deixar sua sugestão pessoalmente na Central de Relacionamento com os Sócios, no estádio Couto Pereira. Use toda a sua criatividade e não fique de fora desta escolha. Agora é a hora de você arriscar, ousar e não perder a oportunidade de nos mostrar o que está pensando. Rabisque, sonhe, mande várias sugestões ou, se desejar, apenas uma, aquela que você considera a ideal. No próximo dia 10, serão selecionados três layouts com base nas sugestões enviadas dentro do prazo previsto no regulamento da promoção. Parte dos projetos podem ser unificados e formar um único modelo. Após esta primeira fase de escolha, haverá uma votação no Espaço 100 Anos e em Joinville, na partida entre Coritiba x Sport, dia 24 de julho. Nela, os Sócios irão decidir qual o modelo vencedor. Para facilitar a criação, o Coritiba colocou à disposição dos seus associados um modelo base nos arquivos do site oficial, que poderá ser utilizado como referência na sua confecção particular. O sócio deve baixar também do site o regulamento da promoção e ler atentamente. É uma promoção exclusiva do clube aos sócios coxas-brancas. Participe. Clique aqui para ver o regulamento. Para se associar ao Coritiba, o torcedor deve comparecer na secretaria do Clube, portando o RG. Para dependentes, no caso de filho, Certidão de Nascimento ou RG. Já para cônjuges, é preciso RG e Certidão de Casamento ou Certidão de União Estável pública. Confira os planos existentes. Para mais informações: (41) 3218-1909 |
Federer é mortal
Federer tem mais um dia de ''mortal''
Suíço perde para o checo Tomas Berdych e, pela 1ª vez depois de oito anos, é eliminado em Wimbledon antes de chegar à final
Até os mitos, por vezes, enfrentam fases ruins. Hoje foi a vez de o lendário Roger Federer ter seu dia de tenista comum. O maior de todos os tempos caiu justamente no torneio de que mais gosta e no qual figura há tempos entre os principais favoritos. Após oito anos, perdeu antes da final de Wimbledon para o checo Tomas Berdych: 3 sets a 1 (6/4, 3/6, 6/1 e 6/4). O All England Club ficou em choque com a queda de um de seus mais queridos e admirados frequentadores.
Depois de eliminação também nas quartas de final de Roland Garros, é o segundo torneio de Grand Slam seguido do qual Federer fica pelo caminho antes da semifinal logo ele, que detinha, antes de Paris, recorde de 23 aparições consecutivas nessa rodada dos torneios mais importantes do tênis. Deixa Wimbledon antes do domingo decisivo, fato que havia ocorrido pela última vez apenas em 2002, quando foi derrotado pelo croata Mario Ancic ainda na primeira rodada.
Justiça seja feita, Berdych mereceu a vitória. O checo vem em sua melhor temporada; deve chegar ao top 10 com o resultado e já havia surpreendido ao figurar na semifinal de Roland Garros. Agora mostrou que seus golpes retos e potentes funcionam ainda melhor na grama. Enfrenta Novak Djokovic -- que bateu Yen Hsun-lu na semifinal.
Federer usou uma justificativa pouco criativa para mais um revés: uma contusão. Aliás, duas. O suíço diz que vem sentindo dores na perna direita e nas costas desde o Torneio de Halle, há três semanas, quando perdeu a final para o australiano Lleyton Hewitt. "Foi brutal para mim. Toda vez que o Berdych teve uma chance, ele aproveitou", conformou-se o suíço. "Se há algo de bom nessa derrota é que vou tirar um tempo para descansar", disse, garantindo que não vai participar de nenhum torneio pelas próximas duas semanas.
Os reveses seguidos em torneios em que defendia o título farão Federer cair para a 3.ª colocação no ranking mundial, algo que também não ocorria havia muito tempo. Desde novembro de 2003, o suíço fincou pé na disputa do trono e, na pior das hipóteses, figurou na vice-liderança.
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Chocholoza e Invictus
Trama de Clint Eastwood mostra conciliação sul-africana após apartheid
Da Reuters
Quando lançou a autobiografia "Longo caminho para a liberdade", nos anos 1990, o líder sul-africano Nelson Mandela foi questionado sobre quem gostaria de ver fazendo o seu papel no cinema. A resposta foi rápida: "Morgan Freeman". Quase 20 anos depois, esse desejo foi atendido. O ator norte-americano de 72 anos faz o papel de Mandela em "Invictus", novo filme de Clint Eastwood. Tanto Freeman quanto Eastwood pensaram, a princípio, em adaptar a própria autobiografia do líder para o cinema. Mas deram-se conta de que o extenso material renderia um filme ou minissérie de muitas horas.
Eastwood encontrou então o livro "Playing the enemy", de John Carlin, que focaliza um momento particular na conciliação da África do Sul pós-apartheid: a realização da Copa Mundial de Rúgbi, que o país venceu, contra todos os prognósticos. A vitória serviu como elemento de união nacional.
Em fevereiro de 1990, Mandela (Freeman) acabara de sair da prisão, depois de 27 anos. Quatro anos depois, foi eleito o primeiro presidente negro da história de um país onde, por décadas, a maioria negra não tinha quaisquer direitos políticos, sociais e econômicos. Por conta disso, há uma enorme tensão na África do Sul. Do lado dos negros, devido à ânsia de ocupar seu espaço e, em alguns setores, de buscar vingança. Do lado dos brancos, ainda a elite econômica e cultural da nação, medo e desconfiança, quando não alguma tentativa de boicote ao novo governo.
Mostrando sabedoria política exemplar, Mandela sabe que terá de satisfazer aos dois lados e conquistá-los. Uma oportunidade se apresenta com a Copa Mundial de Rúgbi. Esporte branco por excelência, o rúgbi é desprezado pela maioria negra, que torce ostensivamente por todo e qualquer adversário do time nacional nas competições. Para piorar, a seleção nacional também não apresenta um desempenho dos melhores.
O presidente Mandela enxerga aí uma chance única. Assim, abre uma vaga na sua apertadíssima agenda para receber o capitão do time de rúgbi, François Pienaar (Matt Damon, de "O desinformante"), o primeiro que ele ganha para a grande causa de vencer a Copa Mundial - uma tarefa que, neste momento, parece simplesmente impossível.
A atitude do presidente confunde não só Pienaar, prestigiado membro da elite branca, como seus próprios colaboradores negros. Nenhum dos lados entende o alcance deste esforço. Alguns consideram simplesmente ridículo que o presidente se ocupe de um assunto esportivo num momento em que o país se debate com um dramático déficit de investimentos, além da precariedade da infraestrutura, dos transportes, da saúde e da educação.
A inteligência cinematográfica de Eastwood, um diretor que vive uma maturidade criativa excepcional, às vésperas de completar 80 anos (em maio), torna atraente todo este esforço, mesmo para plateias que desconheçam o rúgbi e a política sul-africana.
Quando se apresentam os jogos, o filme enfatiza o seu aspecto de disputa de vida ou morte - um detalhe com o qual qualquer fã de esporte coletivo identifica à primeira vista. Assim, não é preciso entender as regras do rúgbi, muito menos gostar do esporte, para acompanhar a história e envolver-se com a enorme batalha protagonizada por Mandela, fora do campo, e Pienaar, dentro dele.
Ao explorar as tensões de um país desigual e dividido social, cultural e racialmente, colocando em primeiro plano o esforço de um líder conciliador e visionário, "Invictus" cria paralelos com diversas outras situações e países, em vários momentos da história. A música "Chocholoza..." exerce fascínio inusitado sobre os atletas ao ser cantada quando ainda a Nova Zelândia ganhava o jogo final da África do Sul na Copa do Mundo de Rugbi.
(Por Neusa Barbosa, do Cineweb)
domingo, 27 de junho de 2010
Tênis na grama

Análise, Federer, Murray, Nadal, Roddick
Acaba a primeira semana de Wimbledon, e nada melhor do que aproveitar o Middle Sunday (leia mais no pé do post) para avaliar como os principais favoritos antes do evento se portaram em seus três primeiros jogos no torneio.
Rafael Nadal já saiu da minha lista de favoritos. Não só porque seu tênis vem abaixo do nível que ele já demonstrou em Wimbledon em anos anteriores, mas por causa da óbvia preocupação com o joelho direito. Na partida contra Petzschner, o espanhol pediu um tempo médico e seguiu recebendo massagem no local nos intervalos entre os games. E todos conhecem como é o tênis do número 1 do mundo quando ele não está 100% fisicamente.
Técnica e taticamente, ainda falta algo, e não acredito que este algo esteja ligado à lesão. O espanhol costuma ter problemas contra bons sacadores e, neste Wimbledon, vem se mostrando mais frustrado do que o normal quando sofre aces. Foi assim contra Haase, na segunda rodada, e contra Petzschner, na terceira.
Quando isso acontece, Nadal se afoba e erra bolas que não costuma errar. A pressão no seu saque aumenta, e quando o primeiro serviço não entra, basta um bom devolvedor para colocá-lo em apuros. Sorte dele que Haase sentiu o físico e Petzschner não manteve o ritmo no quinto set. Não acho que o número 1 vá encontrar problemas contra Mathieu, mas se Soderling passar às quartas, é outra história.
Roger Federer, para mim, ainda é um ponto de interrogação. O hexacampeão de Wimbledon teve três adversários fracos – dois deles, sem armas para atuar na grama -, o que não permite uma grande referência para avaliar onde está o tênis do suíço. O que fica claro, porém, é que ele não deve repetir o pífio desempenho da estreia.
O jogo contra Falla foi uma aberração que ficou para trás. Federer esteve pouco melhor contra Bozoljac, que pelo menos tinha um saque perigoso, e ganhou com facilidade contra Clément, o que era mais do que previsto. O jogo contra Melzer, um canhoto que tem variações em seu jogo e um bom saque, deve dar uma melhor noção do momento do suíço em Wimbledon.
Pala frente, caso confirme o favoritismo diante do austríaco, ainda podem pintar Berdych (quartas) e Roddick (semi). O tcheco ainda precisa provar que pode ganhar jogos importantes em cinco sets, e o americano é perigoso sempre. Especialmente se tiver a seu lado a torcida britânica e seguir jogando como fez nas primeiras rodadas.
Andy Murray parece ter reencontrado seu jogo. E, admito, isto não quer dizer muito, levando em conta o nível de tênis do escocês nos últimos meses. Seus três adversários até agora em Wimbledon foram Hajek, Nieminen e Simon, nenhum craque na grama, mas o britânico venceu com extrema facilidade.
Mais importane ainda, ele vem batendo bem na bola. Até agora, Murray é o único dos quatro principais cabeças de chave que não perdeu sets, o que é sempre bom, já que nunca se sabe quando haverá um jogo longo em um Grand Slam. Uma melhor referência virá nesta segunda, contra Sam Querrey, o primeiro grande sacador no caminho do tenista da casa.
Entre os quatro citados neste post, Murray é quem parece ter o caminho menos complicado até a final. Se passar por Querrey, enfrentará Tsonga ou Benneteau nas quartas. Em seguida, Soderling ou Nadal. Opções certamente melhores do que encarar Federer ou Roddick em uma semifinal de Wimbledon. Já imaginaram o tamanho da badalação em cima do escocês se ele chegar à final? Principalmente agora que o English Team foi eliminado em Bloemfontein.
Embora tenha passado fora do radar, enquanto todos olhavam para a quase eliminação de Federer, as vitórias em cinco sets de Djokovic e Nadal e, obviamente, a partida de 11 horas entre Isner e Mahut, Andy Roddick é, para mim, o nome do torneio até agora.
A começar pelo espaço aéreo turbulento que encontrou no começo, com adversários perigosos na grama como Llodra e Kohlscreiber (na primeira rodada, passou por Ram). Tri-vice em Wimbledon, Roddick perdeu dois sets, mas não teve sua sobrevivência seriamente ameaçada em momento algum. E não preciso dizer que o americano sabe vencer na grama e tem os golpes necessários para isso.
Espero uma vitória fácil sobre Lu nas oitavas. Também o coloco como favorito sobre Hewitt ou Djokovic nas quartas. Se minhas expectativas forem confirmadas, teremos Roddick contra Federer na semifinal. E acho que, pelo menos neste ponto, o sorteio lhe foi interessante. Vejo o americano com mais chances de bater o suíço na semi do que na final. Embora, não esqueçamos, o histórico sugere um favoritismo monstruoso de Federer.
A caixinha de comentários fica aberta abaixo aos leitores. Quem são seus favoritos? E por quê?
- Antes de mais nada, uma explicação. O Middle Sunday (”domingo do meio”, em tradução literal) é, tradicionalmente, um dia de descanso em Wimbledon. Mesmo quando a programação está atrasada por causa da chuva, não há jogos no All England Club.
- Taí a grande vantagem do teto retrátil na Quadra Central. Depois de uma primeira semana sem chuva – algo raro em Londres -, é difícil imaginar que algum tenista vá sair muito prejudicado em caso de mau tempo. De agora em diante, com a programação em dia na segunda semana, só algo muito extremo na segunda ou na terça pode atrapalhar a vida de alguém.
- Alguém vai estranhar eu não ter citado Novak Djokovic no texto. De fato, eu não achava que Djokovic era um dos quatro principais candidatos ao título este ano. E seu caminho, aliás, ainda é bem complicado. Ele tem Hewitt nas oitavas e, possivelmente, Roddick nas quartas. Vou me surpreender se o sérvio chegar à semi.
- Além de Murray, já citado no texto, Robin Soderling e Yen-Hsun Lu chegaram às oitavas sem perder sets. O sueco bateu Ginepri, Granollers e Bellucci, e deve ao brasileiro um agradecimento por ter mantido os 100% de aproveitamento em sets. Lu passou por Zeballos, Przysienzy e Mayer. Não acredito, porém, que passará por Roddick.









