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sábado, 8 de agosto de 2009

Passou 1 ano...

... desde aquele 08/08/08, na China, quando da abertura apoteótica das suas Olimpíadas, efeméride a cada quatro anos, nesta época.

De lá para cá, muita coisa mudou na minha vida, onde não havia colecionado muitas perdas. Alguns aborrecimentos, sim, frustrações também. Decepções somadas às agradáveis surpresas, tiveram um novo significado para mim. Minha vida passou a ter um sentido muito mais forte depois de minha recente perda, compartilhado por mim neste blog.

Na minha vida sempre pautei o dia como todos o conhecemos, de 24 horas, dividido em cinco grandes slices, ou partes, ou ainda, fatias: Deus, em primeiro lugar, a família e os negócios, em segundo, os recursos financeiros logo ali, e a presença na sociedade em quarto, mas não menos importante. Somado a isto, na vida divina ou espiritual, compreendendo nossa Criação e nosso sentido, permiti-me subdividí-la em três fatias: Deus em primeiro lugar, o altruísmo em segundo, e o amor-próprio em seguida, coladinho no "outro" sem se confundir nem contaminar com o egoísmo. Assim, sempre estou refletindo sobre o passado para corrigindo eventuais desvios do objetivo, melhor enxergar os acontecimentos que nos rodeiam.

E o ponto de partida desta reflexão pode ser a época do Reveillon, o segundo semestre em seu início, o primeiro aniversário das melhores olimpíadas que já acompanhei, ou após uma grande perda. Neste instante estou refletindo por onde começar, até aonde ir, e deixo ao Criador sua decisão sobre "o quando"...

sábado, 23 de agosto de 2008

Maggi é de ouro

  • "É a primeira vez na história que uma mulher brasileira
    ganha ouro para o esporte individual": Comente

sábado, 16 de agosto de 2008

Phelps: 12000 cal / dia

O super-homem
As características que diferenciam o corpo do nadador americano produzem uma máquina de bater recordes. Ele é, disparado, a maior estrela destes Jogos.

Thaís Oyama, de Pequim

Os chineses podem dominar o quadro geral nesta Olimpíada, mas a estrela da festa é, definitivamente, um americano. Michael Phelps – o maior fenômeno da natação de todos os tempos, o atleta que mais ganhou ouros em olimpíadas, o homem que esgotou o repertório de superlativos do esporte – conquistou tantas medalhas em Pequim que mal teve tempo de guardá-las. A sexta da temporada, obtida na quinta-feira na prova dos 200 metros medley, na qual ele quebrou o 31° recorde mundial de sua curta existência de 23 anos, teve de ser enfiada às pressas no meio da jaqueta de aquecimento, já que, três minutos depois de ouvir o hino americano com ela no pescoço, Phelps já estava pulando novamente na piscina – dessa vez para disputar a semifinal dos 100 metros nado borboleta. "Só deu tempo de trocar de roupa, enfiar a touca, os óculos e embrulhar a medalha na jaqueta", disse.

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

VEJA pós-08/08/08

Olimpíada
A refundação da China
A abertura da Olimpíada de Pequim ficará na história tanto pelo seu simbolismo como pelo seu caráter espetacular. Foi a melhor festa já realizada por uma cidade-sede dos Jogos
Mario Sabino, de Pequim
Na vida de um país, há certos momentos que são de refundação. Eles tanto podem indicar um novo rumo como celebrar uma ruptura já feita. A abertura da Olimpíada de Pequim, na sexta-feira, foi um desses momentos. Na inauguração dos Jogos – e também do Ninho de Pássaro, o estádio que enche de beleza os olhos dos estrangeiros e de orgulho os habitantes da capital da nação –, a China da prosperidade festejou o grande salto empreendido desde o início dos anos 90, quando seus dirigentes finalmente despejaram, numa lata de lixo não reciclável, a herança maldita de Mao Tsé-tung. Os chineses permanecem sob uma ditadura? Sim. Pequim insiste em cortar o oxigênio dos monges tibetanos? Sim. A pobreza no meio rural é extrema? Sim. O massacre na Praça da Paz Celestial é incancelável? Sim. Esses problemas nodoaram a festa de abertura da Olimpíada? Não. Os mais de 90.000 cidadãos ali presentes – num entusiasmo que perpassava qual corrente elétrica os atores, os dançarinos, os músicos e a platéia – mostraram aos turistas, aos jornalistas, a dezenas de chefes de estado e de governo e a estimados 4 bilhões de telespectadores ao redor do mundo que formam uma nação orgulhosa de seu passado, satisfeita com seu presente e otimista com seu futuro. É este o paradoxo: há quase duas décadas os chineses, mesmo quando erram e se recusam a admitir os erros, seguem no caminho certo. Talvez porque se trate de um povo com urgência de felicidade.

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Ninho de Pássaro

Veja algumas curiosidades da cerimônia de abertura:
* Números:- 14.000 artistas subirão ao palco - 15.153 diferentes tipos de vestidos serão utilizados- 56 crianças ficarão ao redor da bandeira chinesa, representando as etnias do país- 48 horas foi o tempo total de ensaio dos artistas, em 13 meses de preparação- 11.456 fogos de artifícios serão lançados do lado de fora do estádio, numa operação que envolverá 600 pessoas- 44.000 lâmpadas serão utilizadas somente no solo- 516 amplificadores farão parte do sistema de som- 400 toneladas pesa a plataforma central; o equipamento de iluminação, 300- 24 telões instalados serão em Pequim e seus arredores para acompanhar a festa.

* Entre os chefes de Estado confirmados na cerimônia, estão Luiz Inácio Lula da Silva, George W. Bush, o presidente francês Nicolas Sarkozy, o primeiro-ministro e ex-presidente da Rússia, Vladimir Putin, e o príncipe Felipe de Bourbon, herdeiro do trono espanhol. * O primeiro ministro italiano Silvio Berlusconi não irá à festa porque "na China faz muito calor", segundo declarou. O ministro das Relações Exteriores, Franco Frattini, e o subsecretário para o Esporte, Rocco Crimi, representarão a Itália.
* Como em Atenas, o tenista Roger Federer será o porta-bandeira da delegação suíça, exatamente no dia em que completa 27 anos. Prestes a disputar sua quinta Olimpíada, o nadador Mark Foster será o porta-bandeira do Reino Unido (Inglaterra). Pela Argentina, a distinção caberá ao jogador de basquete Emanuel Ginóbili.
*A recordista mundial do salto com vara Yelena Isinbayeva recusou o posto de porta-bandeira da Rússia, que será ocupado por Andrei Kirilenko, que joga na NBA.
*Num possível constrangimento a China e Sudão, os atletas dos Estados Unidos escolheram o ex-refugiado sudanês Lopez Lomong, hoje naturalizado norte-americano, como porta-bandeira. Lomong foi vítima de milícias árabes patrocinadas pelo governo e aos seis anos, em 1991, teve de fugir do sul do Sudão. A China vende armas para o Sudão e investe no setor petrolífero do país.

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Pérolas das Olimpíadas


Caros Am1gos, estamos iniciando uma nova etapa nas Olimpíadas, pois esta que está começando agora, neste momento, com o jogo das meninas brasileiras comandadas pela Marta, a "melhor do mundo" traz em seu bojo características próprias como muitos já observaram.

Poluição e aquecimento global; discussões políticas sobre o Tibet; disputa com USA para ver quem ganha mais medalhas e quem exala mais gás carbônico no planeta; e, entre tantas outras especulações, quais serão as conseqüências do crescimento econômico da China em termos de "bolhas" criadas e não administradas, como a imobiliária que tantos transtornos está trazendo à globalização, onde "o planeta não dorme"!

Neste site de características informais procuraremos dar uma síntese a todos aqueles que não têm pressa, mas sabem que o tempo é precioso, e não pára nunca!

VEJA por dentro da CHiNa



Cinema
Para ver na matinê
Com o aval do governo chinês, a série A Múmia dá vida aos célebres "guerreiros de terracota" e oferece diversão no melhor estilo B
Isabela Boscov

A Múmia – Tumba do Imperador Dragão (The Mummy: Tomb of the Dragon Emperor, Estados Unidos, 2008) é o que se pode considerar um produto confiável: como os dois filmes anteriores, tem múmias à vontade, naturalmente sedentas por vingar os anos de limbo forçado, e não perdeu o seu humor de matinê, que tem em Brendan Fraser a peça central. Até no oportunismo o terceiro episódio da série, desde sexta-feira em cartaz no país, é honesto. No ano em que Hollywood oficialmente descobriu a China, A Múmia pode se valer de um gancho tão óbvio quanto eficaz: os mortos ressuscitados aqui são os chamados "guerreiros de terracota", o espetacular conjunto de cerca de 10.000 estátuas de argila casualmente descoberto por agricultores em 1974, perto da cidade de Xian. Em escavação permanente, esse mausoléu construído no início dos anos 200 a.C. para o imperador Qin Shi Huangdi constitui um dos mais célebres achados arqueológicos do século XX. Ou seja, dispensa apresentações e permite que o diretor Rob Cohen entre sem delongas na história – sempre um trunfo para uma aventura.
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terça-feira, 5 de agosto de 2008

Paranaenses na CHiNa


Paraná está representado por 23 atletas nas Olimpíadas de Pequim - 05/08/2008 16:27:07

O Paraná estará representado nas Olimpíadas de Pequim por 23 atletas nascidos no Estado, igual número da competição anterior, na Grécia. É o quinto do País em número de atletas, atrás de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Minas Gerais. “Com a retomada dos Jogos Colegiais do Paraná, a partir de 2003, não tenho dúvidas de que teremos mais representantes do Estado em olimpíadas a partir de 2012, em Londres, e de 2016, quem sabe no Brasil, e em outras competições internacionais. Com a participação de colégios de todos os municípios, os Jogos Colegiais funcionam como uma escola de atletas”, constata o presidente da Paraná Esporte, Marco Aurélio Saldanha da Rocha.

Seis atletas são de Curitiba (Emanuel, Samuel, Thiago Neves, Bruno Fontes, Juraci Moreira e Ethiene Franco); quatro, de Maringá (Alê, Renato Tupan, Natália Falavigna e Simone Jatobá); dois de Londrina (Rafinha e Giba) e um de Arapongas (Luciano Pagliarini), Assaí (Renata Costa), Campo Mourão (Léo), Diamante do Norte (Serginho), Jacarezinho (Francielle Nascimento), Jandaia do Sul (Jadel Gregório), Medianeira (Ega), Nova Cantu (Andréia Suntaque), Palotina (Tânia Spindler), Pato Branco (Alexandre Pato) e Toledo (Nicole Muller).

Desses 23 atletas, 16 são de modalidades coletivas e sete de provas individuais. O principal paranaense, que vai para a quarta participação em olimpíadas, é Emanuel, do vôlei de praia, que forma dupla com o baiano Ricardo. Ele tem uma medalha de ouro em olimpíada (Atenas) e oito títulos mundiais.

Na Grécia, em 2004, os paranaenses conquistaram quatro medalhas: duas de ouro, com Emanuel, no vôlei de praia, e Giba e Serginho, no vôlei de quadra; uma de prata, de Andréia Suntaque, Dayane Rocha e Renata Costa, no futebol; e outra de bronze, de Vanderlei Cordeiro de Lima, na maratona.

Em Pequim, as grandes promessas de medalhas são novamente Emanuel, no vôlei de praia, e Giba, Serginho e Samuel, no vôlei de quadra. No futebol há possibilidade de medalhas, tanto no masculino quanto no feminino. Outro paranaense com chance é Jadel Gregório, no salto triplo, principalmente após a desistência do atual campeão olímpico, o sueco Christian Olsson. E com um pouco de chance aparece a dupla Êga e Francielle, no basquete.

Atletismo / Salto triplo / Jadel Gregório; Marcha atlética / Tânia Spindler
Basquete / Francielle Nascimento (Fran) e Soeli Zakrezeski (Ega)
Ciclismo / Luciano Pagliarini
Futebol / Alexandre Pato, Thiago Neves, Rafinha, Andréia Suntaque, Simone, Jatobá e Renata Costa
Ginástica Artística / Ethiene Franco
Ginástica Rítmica / Nicole Muller
Handebol / Alexandre Vasconcelos (Alê), Leonardo Bortolini (Léo) e Renato Tupan
Taekwondo / Natália Falavigna
Triatlo / Juraci Moreira
Vela / Bruno Fontes
Vôlei de quadra / Giba, Samuel e Serginho
Vôlei de praia / Emanuel