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quinta-feira, 7 de junho de 2012

Celebrar é viver!

Corpus Christi, Festa celebrada sessenta dias após a Páscoa de Cristo
Corpus Christi (Corpo de Cristo): 60 dias após a Páscoa de Cristo

A celebração teve origem em 1243, em Liège, na Bélgica, no século XIII, quando a freira Juliana de Cornion teve o sinal de Cristo demonstrando-lhe a vontade que o mistério da Eucaristia fosse celebrado com destaque.

Em 1264, o Papa Urbano IV através da Bula Papal “Transiturus de hoc mundo”, estendeu a festa para toda a Igreja, pedindo a São Tomás de Aquino que preparasse as leituras e textos litúrgicos que, até hoje, são usados durante a celebração. Compôs o hino “Lauda Sion Salvatorem” (Louva, ó Sião, O Salvador), ainda hoje usado e cantado nas liturgias do dia pelos mais de 400 mil sacerdotes nos cinco continentes. A procissão com a Hóstia consagrada conduzida em um ostensório é datada de 1274. Foi na época barroca, contudo, que ela se tornou um grande cortejo de ação de graças. No Brasil No Brasil, a festa passou a integrar o calendário religioso de Brasília, em 1961, quando uma pequena procissão saiu da Igreja de madeira de Santo Antônio e seguiu até a Igrejinha de Nossa Senhora de Fátima. A tradição de enfeitar as ruas surgiu em Ouro Preto, cidade histórica do interior de Minas Gerais. A celebração de Corpus Christi consta de uma missa, procissão e adoração ao Santíssimo Sacramento. A procissão lembra a caminhada do povo de Deus, que é peregrino, em busca da Terra Prometida. No Antigo Testamento esse povo foi alimentado com maná, no deserto. Hoje, ele é alimentado com o próprio Corpo de Cristo. Durante a Missa o celebrante consagra duas hóstias: uma é consumida e a outra, apresentada aos fiéis para adoração. Essa hóstia permanece no meio da comunidade, como sinal da presença de Cristo vivo no coração de sua Igreja. Texto: Canção Nova

domingo, 13 de maio de 2012

95 ANOS DA APARIÇÃO DE N.Sra. DE FÁTIMA

 
HOJE CELEBRAMOS 95 ANOS DA APARIÇÃO DE N.Sra. DE FÁTIMA

segunda-feira, 25 de julho de 2011

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Arcanjo Miguel

Acenda uma vela dourada (ou branca) e azul índigo (ou azul clara)

Arcanjo Miguel

NOSSO anjo de luz

Ele é considerado o mais importante de todos os Anjos na tradição cristã, judia e islâmicas. Nestas três tradições, Miguel trabalha incansavelmente a fim de criar um mundo de paz e harmonia. Ele é o chefe e protetor daqueles que buscam ter Deus em suas vidas.

Miguel é o único arcanjo mencionado pelo nome nos textos religiosos do Judaísmo e do Islamismo, assim como na Bíblia.

O nome Miguel foi interpretado de várias maneiras. Pode significar "que é como Deus", "quem é semelhante a Deus?" ou "quem é semelhante ao Senhor". Eles revelam a sua importância, utilizando nomes diferentes, Miguel assistiu a humanidade desde o princípio.

Ele é conhecido como INDRA no Rio Veda indiano, VAHMAN na enciclopédia Denkard persa, MARDUK na Epopéia Babilônica da criação e APOLO no Hino de Homero a Apolo. Foi associado também ao Deus egípcio Anúbis, que "pesava almas".

Assim conta a Bíblia que... quando Lúcifer, recusava submeter-se e adorar a Deus, e, como resultado, Miguel o expulsou do céu com seus seguidores. A batalha entre o dragão e Lúcifer pode ser encontrada no Apocalipse (12:7-17).

Uma lenda antiga diz que Miguel acorrentou os anjos derrotados no meio do ar até o Dia do Julgamento. Então Deus recompensou-o com a permissão de receber as almas imortais enquanto entravam no céu. Miguel pesa estas almas para avaliar suas boas e más ações.(salmo 62:9, Daniel 5:27)

Desde o século V, os romanos comemoram no dia 29 de Setembro o Dia de Arcanjo Miguel e também a igreja Católica comemora neste dia o Dia de Todos os Anjos. Acenda uma vela dourada (ou branca) e azul índigo (ou azul clara) faça seus pedidos. Conecte-se com o Arcanjo Miguel hoje e sempre !!!

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Alice no país das maravilhas

O QUE VEM ANTES: DEUS OU O DINHEIRO?

Parece ingênuo a Campanha da Fraternidade ir contra o dinheiro,
mas a ingenuidade derrubou a Bastilha

As igrejas e o espelho de Alice

José de Souza Martins - O Estado de S.Paulo

Não resisto à tentação de invocar duas interpretações opostas do dinheiro, mas complementares, para, à luz delas, desenvolver minha compreensão do documento e do tema da Campanha da Fraternidade de 2010, "Economia e Vida". A primeira interpretação é a que ouvi de um caboclo simples, no sertão do Mato Grosso, nos anos 70. Na nossa conversa, disse-me que "o dinheiro é a Besta-Fera", numa alusão à célebre entidade do Livro do Apocalipse e à narrativa do fim dos tempos. No seu fundamentalismo simples, explicou-me que bastava somar o valor das notas do nosso papel-dinheiro em circulação na época, o cruzeiro: 500, 100, 50, 10, 5 e 1. O resultado era 666, o número da Besta. O poder da Besta, dizia ele, é o poder de fazer o contrário do que Deus faz. A Besta é o antagônico, o avesso. Essa é uma ideia difundida na nossa cultura popular e preâmbulo seguro para a recepção da mensagem da Campanha da Fraternidade.

Do outro lado do mundo, nos anos 20, sir Dennis Robertson, professor de economia na Universidade Cambridge, publicava um precioso livro sobre o dinheiro, traduzido para o português com o título de A Moeda. Robertson era especialista em escrever com clareza sobre assuntos complicados como esse. No livro, adotou o critério didático de abrir cada capítulo com uma epígrafe tirada de um dos dois livros de Lewis Carroll - Alice no País das Maravilhas e Alice do Outro Lado do Espelho. São obras-primas da literatura do absurdo, densas e complexas. Ao atravessar o espelho, Alice se vê aprisionada no mundo dos avessos, que as epígrafes de Robertson sugerem ser o mundo regido pela mesma lógica que rege o mundo do dinheiro. Quanto mais Alice caminha, mais longe fica de aonde quer chegar. Isso já nos diz tudo.

A Campanha da Fraternidade deste ano tem como mote "Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro" (Mateus, 6:24). Infelizmente, um dos disseminados efeitos da lógica dos avessos é justamente o da realidade de se poder servir a Deus e ao dinheiro, pois é ela a realidade dos duplos, da unidade dos contrários, que é o motor do mundo contemporâneo. Na falta de alternativa, alguns o fazem sem temor nem tremor. Nesse sentido, a proposição das cinco igrejas que se reúnem no Conic - Conselho Nacional de Igrejas Cristãs, responsável pelo documento ecumênico que será analisado e estudado em 50 mil comunidades, é uma proposição de certo modo aquém da encíclica de Bento XVI, Caritas in Veritate.

Na encíclica, o papa vai diretamente ao ponto, que é o da alienação do homem moderno, que pensa ser uma coisa sendo outra, agindo, portanto, como duplo, sem saber que duplo é. O papa cita o famoso ensaio de Karl Marx sobre a alienação, dos Manuscritos Econômicos e Filosóficos, alienação que constitui o traço fundamental e irremediável da modernidade. Nessa invocação, ele evita o economicismo e o materialismo das esquerdas religiosas que sucumbiram às simplificações do que Georg Lukács definia como marxismo vulgar. Na perspectiva da catolicidade das igrejas, incluídas as ortodoxas e protestantes, que, nesse sentido, também são católicas, isto é, universais, as vítimas da degradação materialista da economia não são apenas os pobres, mas são todos. Por aí, compreendo a pobreza, portanto, não apenas nem simplesmente como pobreza econômica, de não ter o que comer e os meios para produzir o que comer, mas fundamentalmente como pobreza de esperança, o que para muitos inclui a pobreza de fé.

Nesse sentido, o documento do Conic pode parecer, à primeira vista, e assim já vem sendo tratado pelos críticos, um documento ingênuo. Aquelas ideias não têm a menor condição de se efetivarem em face do poder de alienação da economia moderna e, mais do que o poder, o fascínio que a própria alienação representa. Nisso está o que o caboclo do Mato Grosso vê como diabólico e o erudito Dennis Robertson vê como absurdo. De fato, o documento da Campanha da Fraternidade deste ano é um documento ingênuo por representar uma insurgência contra um poder aparentemente invencível. Mas com tanta gente falando gratuita e ingenuamente bem desse poder, no mundo inteiro, todos os dias do ano, não é demais que haja quem, como o Conic e nele a CNBB, no minúsculo fragmento de uma quaresma, dele fale devida e legitimamente mal.

Essa ingenuidade é um dos poderosos ingredientes do mundo dos avessos. Ela constitui um daqueles resíduos do poder de que nos fala Henri Lefebvre, expressão das contradições da ordem dominada pelo afã do lucro e pela coisificação do homem pela trama das relações econômicas que faz, como diz Marx, com que a coisa pareça gente e atue como gente e o homem pareça coisa e como coisa tenha que viver o drama de sua coisificação. Essa ingenuidade vem explodindo em todos os cantos desde a Revolução Industrial e ganhou força política, no século 18, no que o historiador inglês Edward Thompson, em famoso estudo, chamou de economia moral da multidão. Aludia ele à reação irracional, porque contra a lógica dos preços, dos moradores do bairro de Santo Antônio, em Paris, contra o preço do pão. Sua reação se alastrou, a Bastilha foi derrubada. Foram eles que, com sua ingênua concepção de economia, abriram as portas para as novas ideias políticas que se consumaram na Revolução Francesa.

Os estudos sobre economia moral disseminaram-se para compreender as irracionalidades políticas na Ásia pobre e convulsionada das últimas décadas. Vai ficando claro que a economia moral é, na verdade, o miolo de um movimento social que chegou à América Latina nos anos 80, sobretudo por via religiosa. O documento do Conic é uma das expressões desse movimento a seu modo inovador. Não por acaso há nele ecos do ideário do Fórum Social Mundial, do MST, das pastorais sociais da Igreja Católica e, portanto, de setores que se tornaram decisivos na ascensão política do PT e de Lula. Não obstante, bem lido, o documento é uma crítica ao PT e ao governo Lula, que, como Alice, atravessou o espelho e se perdeu no caminho de ida.

*Professor emérito da Faculdade de Filosofia,
Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo.

domingo, 27 de dezembro de 2009

Santo Antônio de Sant'Anna Galvão

Frei Galvão, santificado e canonizado como Santo Antônio de Sant'Anna Galvão, escrevia nos pedacinhos de papel -- nas chamadas "pílulas" -- a frase em latim:

"Post partum, Virgo, inviolata permansisti;
Dei genitrix, intercede pro nobis."

Traduzida, a frase invoca: "Depois do parto, ó Virgem, permaneceste intacta; Mãe de Deus, intercede por nós."

Até hoje é a frase usada nas pílulas, que devem ser tomadas durante a novena. Durante os nove dias, toma-se três pílulas: no 1.º dia, no 5.º dia e no último dia da novena. O fato de tomar as pílulas não dispensa a ida ao médico, em caso de doença.

As curas alcançadas com o uso das "Pílulas de Frei Galvão" são curas extraordinárias que dependem da vontade de Deus e da nossa fé inabalável no Senhor.
Frei Paulo Back, OFM
São Paulo/SP

domingo, 1 de novembro de 2009

Nove de Z009

MÊS NOVÊ DE 2009: Clique para ampliar
Dia Primeiro de Novembro, Dia de Todos os Santos, segundo Mt 5,1-12a. Celebrar Todos os Santos é celebrar a própria santidade de Deus. Mas é também degustar um pouco da nossa própria finalidade e vocação. Fomos criados por Deus e chamados por Cristo Jesus para a santidade. E as Bem-Aventuranças, como síntese das qualidades do Pai Celeste, como essência da mensagem trazida e vivida por Jesus, nos mostram o caminho para nossa própria santificação: "Sede Santos como Vosso Pai Celeste é Santo". Elas são um verdadeiro programa de vida para o cristão que deseja viver o Evangelho em sua plenitude. Viver o espírito das Bem-Aventuranças é caminhar olhando para o alto onde estão os verdadeiros valores da justiça, da paz, da misericórdia e da humildade. Valores esses cuja conquista é nossa meta última, e que nem o ladrão rouba nem a traça pode corroer!
Frei Anacleto L. Gapski, OFM
sfclementino@ig.com.br

domingo, 19 de abril de 2009

Divina Misericórdia

Divina Misericórdia

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Divina Misericórdia é uma devoção religiosa católica de origem polonesa, e cuja divulgação se deve a Santa Faustina Kowalska (considerada como uma das grandes místicas da Igreja Católica e quem terá recebido instruções de Jesus, através de aparições, para que a mesma desse a conhecer ao Mundo a Sua misericórdia.

Comemora-se no Segundo Domingo da Páscoa. Leituras:
AT 4,32-35 / Sl 117 / 1Jo 5,1-6 / Jo 20,19-31. Santo Expedito.

O processo de beatificação desta Santa se iniciou por iniciativa do, então, Cardeal Arcebispo de Cracóvia, Karol Wojtila, e, posteriormente, foi canonizada pelo mesmo bispo, já enquanto Papa João Paulo II.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Todos podem fazer jejum

Tempo de Quaresma - Quarta de Cinzas
(...pois és pó e ao pó tornarás... Gênesis)
Curitiba, 25 de fevereiro de 2009, 14h03
Todos podem fazer jejum

Todos podem fazer jejum, mas pode faltar o querer (querer é poder) ou o fazer (ação posterior ao querer). Sejam idosos ou estejam cansados ou doentes; sejam gestantes, mães que amamentam, jovens ou adultos. Todos podem jejuar sem que isso lhes faça mal; pelo contrário, lhes fará bem.

Muitas pessoas não jejuam porque não sabem fazê-lo. Imaginam que jejuar seja uma coisa muito difícil e dolorosa que elas não conseguirão fazer. Existem várias modalidades de jejum (Jejum da Igreja, Jejum a pão e água, Jejum à base de líquidos, Jejum completo). Vou apresentar-lhes o Jejum da Igreja. Assim é chamado o tipo de jejum prescrito para toda a Igreja e que, por isso, é extremamente simples, podendo ser feito por qualquer pessoa.

Alguém poderia pensar que esse seja um jejum relaxado ou que nem seja realmente jejum, porque ele é muito fácil. Mas não é bem assim. Esse modo de jejuar vem da Tradição da Igreja e pode ser praticado por todos sem exceção, sendo esse o motivo pelo qual é prescrito a toda a Igreja.


O básico desse tipo de jejum é que você tome café da manhã normalmente e depois faça apenas uma refeição. Você escolhe essa refeição – almoço ou jantar -, a depender dos seus hábitos, de sua saúde e de seu trabalho. A outra refeição, aquela que você não vai fazer, será substituída por um lanche simples, de acordo com as suas necessidades.

Dessa maneira, por exemplo, se você escolher o almoço para fazer a refeição completa, no jantar faça um lanche que lhe dê condições de passar o resto da noite sem fome. O conceito de jejum não exige que você passe fome. Em suas aparições em Medjugorje (
Message of February 25, 2009 "Dear children! In this time of renunciation, prayer and penance, I call you anew: go and confess your sins so that grace may open your hearts, and permit it to change you. Convert little children, open yourselves to God and to His plan for each of you. Thank you for having responded to my call."), a própria Nossa Senhora o repetiu várias vezes. Jejuar é refrear a nossa gula e disciplinar o nosso comer.

O importante, e aí está a essência do jejum, é a disciplina, é você não comer nada além dessas três refeições. O que interessa é cortar de vez o hábito de “beliscar”, de abrir a geladeira várias vezes ao dia para comer “uma coisinha”. Evitar completamente, nesse dia, as balas, os doces, os chocolates e os biscoitos. Deixar de lado os refrigerantes, as bebidas e os cafezinhos.

Para quem é indisciplinado – e muitos de nós o somos -, isso é jejum, e dos “bravos”! Nesse tipo de jejum, não se passa fome. Mas como “a gente” se disciplina; como refreia a gula! E é essa a finalidade do jejum. Qualquer pessoa pode fazer esse tipo de jejum, mesmo os doentes, porque água e remédios não quebram o jejum. Se for necessário leite para tomar os medicamentos, o jejum também não é quebrado, pois a disciplina fica mantida. Para o doente e para o idoso, disciplina mesmo talvez seja tomar os remédios – e tomá-los corretamente.

(Trecho extraído do livro “Práticas de Jejum” de monsenhor Jonas Abib)

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Presente de aniversário

Neste dia muito impor- tante para todos nós, quero entregar um presente que nos anima a seguir nesta trajetória de 30º ou 45º em relação ao horizonte, rumo aos céus, pois "o céu é o limite". Para quem vai este presente? A todos os que acreditaram neste projeto cuja filosofia está fundamentada na frase de José Saramago "Não tenha pressa, mas não perca tempo."

Aos devotos de Santa Teresinha do Menino Jesus, o que acontece em todo o dia dezessete, não é mais surpresa. Mas para nós que esperamos a cada mês uma nova mudança, quando ela acontece, é motivo de augúrio incontido. Vejamos um pouco mais desta Santa, Doutora da Igreja, antes de prosseguir.

Antes de morrer, Santa Teresinha prometeu:

“Quero passar o meu céu fazendo o bem sobre a terra”.
“Ninguém me chamará em vão”.
“Não vou ficar ociosa no céu olhando a face de Deus, mas ficarei olhando para a terra para ajudar quem me procura”.
“Farei cair uma chuva de rosas”.

Desde então, milhares de pessoas por todo o mundo tem recebido rosas de Santa Teresinha, como sinal de que seus pedidos serão atendidos.

E você também pode receber essas rosas!

Conheça a Novena das Rosas, difundida pelo Padre Putigan desde 1925, e descubra a chuva de graças recebida pelas pessoas que a rezam com devoção.

Leia também os impressionantes testemunhos de graças alcançadas através desta Novena.

A Associação Apostolado do Sagrado Coração de Jesus (ASC) está distribuindo esta Novena para que você possa presentear a seus familiares e amigos e participar da difusão dessa chuva de graças.

Neste momento alcançamos o tricentésimo milésimo acesso às nossas informações. Graças a Deus! Obrigado, Santa Teresinha de Lisieux. É uma construção árdua, mas compensadora: tijolinho sobre tijolinho, estamos todos juntos "construindo uma catedral..."

domingo, 4 de janeiro de 2009

Terça, 6, Dia de Reis

Dia de Reis. Você sabe o que é isso?
No Brasil, o Dia de Reis perdeu muito do significado religioso. Mas em algumas localidades da Europa, a data é mais solene até mesmo que o Natal

Dia de Reis Magos, Festa de Reis ou, mais tecnicamente, Epifania. Mas, o que exatamente significa essa data e a celebração ligada à ela? "É o dia em que Jesus se manifesta para outros povos", explica o professor de Teologia da PUC-Rio (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro) José Roberto Develar.

Diz a tradição que foi nesse dia que os Reis Magos viram a Estrela de Belém no céu e foram ao encontro de Jesus que havia nascido há pouco. Segundo a Bíblia, tendo Jesus nascido em Belém, no tempo do Rei Herodes, os Magos do Oriente chegaram a Jerusalém perguntando: "Onde está o Rei dos Judeus, recém-nascido? Vimos sua estrela e viemos adorá-lo".

"Porém, um Deus ser de todo mundo não era admissível para o povo de Israel", conta Develar. Os judeus almejavam um Deus nacional, que fosse apenas deles, e não alguém como Jesus, que vinha para unir todos os povos e crenças, afirma o teólogo.

A designação "Mago" era dada, entre os orientais, à classe dos sábios ou eruditos. Ignora-se a proveniência dos Reis Magos, mas supõe-se que fossem da Arábia, tendo em conta os presentes ofertados ao Menino Jesus: ouro, incenso e mirra, isto é, prendas que simbolizavam a realeza, a divindade e a imortalidade do novo Rei.

"A Bíblia não diz Reis, ela coloca como os `Magos vindos do Oriente´, e também não diz três, mas como Jesus recebeu três presentes, criou-se a tradição de falar que são três pessoas, cada uma dando um presente", desmistifica o professor.

Segundo a tradição, um era negro (africano), o outro branco (europeu) e o terceiro moreno (assírio ou persa) e representavam toda a humanidade conhecida daquela época. Quanto aos nomes dos três, o professor explica que tudo são suposições sem base histórica ou bíblica. Foi Beda, um cronista inglês que viveu entre 673 e 735 d.C., quem deu nome aos magos: Gaspar, Melchior (ou Belchior) e Baltazar.

Dia de Reis pelo mundo

"Essa festa se tornou uma grande celebração, por exemplo na igreja ortodoxa, tanto católica quanto russa. A Festa de Reis é celebrada com mais solenidade inclusive que o Natal", conta Develar.

Tanto é verdade, que em determinados países você ganha presentes no dia 6 de janeiro. Na Espanha, a data é chamada de Festa de Reis. Na Itália eles chamam a festa da "Befana". O professor explica que befana seria uma velha bruxinha boa que dá presente para as crianças. "É uma imagem bonita, porque tira aquela idéia da velha bruxa má que pega as crianças. No Natal, você sente, principalmente na Itália, a valorização do idoso", aponta. Essa tradição é seguida até hoje na Itália: ninguém recebe presente no dia 25 de dezembro e, sim, no dia 6 de janeiro. Na Europa inteira é feriado no Dia de Reis.

Segundo Develar, existem determinados presépios espalhados pela Europa nos quais os Magos são colocados apenas no dia 6 de janeiro, representando a real chegada à manjedoura. "E o menino Jesus, ao invés de estar deitado, é trocado por uma imagem de menino maior, e que está sentado no colo da mãe", conta o professor da PUC-Rio.

José Roberto acredita que nesses países você curte mais a festa de Natal. "O período do Natal vai até o batismo de Jesus, é um tempo maior. Mas hoje, com a pressa do mundo, para nós, brasileiros, no dia 1º de janeiro já é Carnaval".

Na Europa, as grandes compras são depois do dia 1º de janeiro, porque os presentes são dados apenas no dia 6. "O Brasil segue mais o calendário americano. Dessa forma poderíamos dizer que muito do sentido religioso se paganizou. É como se fosse uma festa de aniversário sem o aniversariante presente, um casamento sem a noiva. O personagem principal não está", desabafa Develar.

Além das comemorações descritas acima, é neste dia que as decorações natalinas são desfeitas. Os enfeites são tirados das árvores, as guirlandas retiradas das portas, os presépios desmontados. Tudo é embalado cuidadosamente pelas famílias à espera do próximo Natal.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Niver da Paróquia Cristo Rei

No próximo domingo, 23/11, Festa de Cristo Rei
CONSTRUÇÃO E SIMBOLISMO:
Igreja construída pelos Padres Palotinos com início em Outubro de 1970 e inauguração em 23 de novembro de 1975. Inicialmente foi construída por cima da antiga Igreja em funcionamento, sendo esta desmontada na fase adiantada da obra. Simboliza externamente a NAVE DE SÃO PEDRO com a mensagem de São Judas Tadeu, que orienta e conduz os sentimentos terrenos dos fiéis para as alturas celestiais. O ápice da cruz se ergue a
37 metros do chão, numa altura equivalente a de um prédio com 12 andares. A data oficial (desde a Igreja antiga) é 5 de Dezembro de 1937.

ALTARES-AUXILIARES E IMAGENS: No presbitério o par de Altares-auxiliares, sendo um de São Judas Tadeu e outro de Nossa Senhora das Graças. Na parede da entrada os nichos com as imagens do Menino Jesus de Praga e de São Vicente Pallotti, fundador da Congregação Palotina.

MOSAICOS: No Retábulo o grande painel do Cristo Rei ilustrado com cerca de 10.000 mosaicos (pedrinhas coloridas). No Altar-mor os símbolos dos quatro evangelistas e nos dois ambãos a frase inicial do evangelho de São João, “IN PRINCIPIO ERAT VERBUM”. Aplicação de mosaicos também nos nichos dos Altares-Auxiliares. (Nota: em confecção no momento com igual material os quadros da VIA SACRA).

VITRAIS: Ao longo das paredes laterais da nave, 18 vitrais de cada lado dispostos de três a três, simbolizando os temas, “Deus Perfeito e Infinito” (círculos), “Fervor da Oração” (velas) e o trecho do Cântico do Daniel: “Vós plantas da terra, bendizei ao Senhor” (motivos florais). Junto à estante das velas votivas para São Judas Tadeu, um vitraux com as “Sete preces da oração do Pai Nosso” e outro com a frase de introdução da “Carta de São Judas”. No Batistério, par de vitraux simbolizando o “Batismo de Cristo por São João Batista” (Espírito Santo a pomba, cor azul a água do Rio Jordão, Cristo e o São João com o seu bastão e a jarra).

AUTORES DOS PROJETOS:
  • Projeto de Arquitetura Kozo Kassai
  • Mosaicos e Vitrais João F. Genehr
  • Vitraux do Batismo de Cristo - Artista Paranaense POTY
  • Trabalhos em ferro, cobre e esmaltação (Castiçais e Sacrário) Lycio Esmanhoto
  • Mármore e bancos Marmoraria Vardânega e Indústria Holbra
OS SÍMBOLOS DOS QUATRO EVANGELISTAS

Os quatro animais (homem, leão, touro e águia) que rodeiam o trono do Senhor, segundo as visões de Ez.1,5-14 e Ap. 4, 6-11, foram considerados já no Século II como símbolos de quatro características de Cristo e dos quatro Evangelhos que refletem tais características.

Em Santo Irineu (+/- 202) é a seguinte ordem dos símbolos:
°Mateus: Homem (origem humana de Cristo); °Marcos: Águia (espírito dos profetas); °Lucas: Touro (sacerdócio de Zacarias); °João: Leão (nascimento régio de Cristo).

Em Santo Agostinho e São Beda encontra-se esta distribuição:
°Mateus: Leão; °Marcos: Homem; °Lucas: Touro; °João: Águia.

Santo Epifânio e São Jerônimo popularizaram a distribuição comum hoje:
°Mateus: Homem (árvore genealógica de Cristo); °Marcos: Leão (pregação de João Batista – comparada a voz de um leão que penetrava-o/ leão de Judá); °Lucas: Touro (sacerdócio de Zacarias/não quero mais o sacrifício de touros e carneiros) °João: Águia (pensamentos mais bonitos sobre a caridade, pensamentos mais elevados).

Na arte, os quatro símbolos aparecem pela primeira vez no mosaico da abside de Santa Prudenciana, em Roma: os quatro seres se dispõem como uma coroa em torno da majestade de Cristo, mas ainda não estão determinados como evangelistas pelos livros que depois são costumeiramente representados.

Em bustos ou de corpo inteiro, sozinhos ou acompanhando as figuras humanas de cada evangelista, eles se encontram nos mosaicos dos arcos triunfais de várias basílicas romanas, em Nápoles e Ravena, em objetos de uso litúrgico (campainhas, estantes, mesas de comunhão, livros – em Milão, Trier, München, Chartras, Arles, Florença, e nos altares das Igrejas Palotinas de Londrina (Shangri-lá) e de Curitiba (Cristo Rei – São José).

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Medjugorje em ação

[mariamedju.jpg]Portuguese Messages from: 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008

Mensagem de 25 de Setembro de 2008 "Queridos filhos, que a vossa vida seja, novamente, uma decisão pela paz. Sede alegres portadores da paz e não esqueçais que viveis num tempo de graça no qual Deus, pela minha presença, vos concede grandes graças. Não vos fecheis, filhinhos, mas aproveitai este tempo e buscai o dom da paz e do amor para a vossa vida, para que vos torneis testemunho para os outros. Eu vos abençoo com a minha bênção maternal. Obrigada por terdes respondido ao meu chamamento." 09/2008

  • Oração Diária (do Rosário)
  • Jejum às Quartas e às Sextas
  • Leitura Diária da Bíblia
  • Confissão Mensal
  • Sagrada Comunhão
Click Here, para saber mais sobre as 5 pedras ou armas para nos defender do mal (em inglês)


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Last Modified 09/26/2008

sábado, 9 de agosto de 2008

Thérèse

ORIGEM DA NOVENA DAS ROSAS
O Rev. Padre Putingan, SJ, no dia 3 de dezembro de 1925, começou uma novena em honra de Santa Teresinha do Menino Jesus, pedindo à milagrosa santa uma graça importante. Nesta intenção começou a rezar, durante a novena, 24 Glória ao Pai, em ação de graças à Santíssima Trindade, pelos favores e graças concedidos a Santa Teresa do Menino Jesus durante os 24 anos de sua existência terrena.
Pediu o padre à Santa Teresinha que lhe desse um sinal de que a novena era ouvida, e este sinal seria receber uma rosa fresca e desabrochada.
No terceiro dia da novena uma amiga procura o Padre Putigan e lhe oferece uma rosa vermelha. No dia 24 do mesmo mês o padre começou uma segunda novena e pediu uma rosa branca. No quarto dia da novena, uma irmã, enfermeira do hospital, trouxe uma linda rosa branca dizendo: "Aqui está uma rosa que Santa Teresinha envia a V. Revma.".
Surpreendido, pergunta o padre: "Donde vem esta rosa"? "Fui à capela onde se acha adornada uma bela imagem de Santa Teresinha, diz a freira, e, ao aproximar-me do altar da Santinha, caiu ao meus pés esta rosa. Quis colocá-la de novo na jarra, mas me lembrei de trazê-la a V. Revma."
O Padre Putingan, alcançadas as graças pedidas na novena, resolveu propagá-la, formando uma cruzada de orações em honra de Santa Teresinha.
Assim, no dia 9 a 17 de cada mês, todas as pessoas que desejarem fazer a novena dos 24 Glória ao Pai unem as suas intenções às das pessoas que, na mesma época, fazem a dita novena, e se estabelece, desta maneira, uma bela comunhão de orações.

A NOVENA DAS ROSAS
Pode-se fazer a novena dos 24 Glória ao Pai em qualquer época, mas é preferível e muito mais vantajoso fazer-se do dia 9 a 17 de qualquer mês, a fim de se participar da comunhão de orações dos que a fazem.
Rezam-se durante os nove dias somente 24 Glória ao Pai à Santíssima Trindade em ação de graças pelos favores e graças com que enriqueceu a alma de Santa Teresinha do Menino Jesus, durante os anos que ela viveu na terra, podendo, se quiser, usar da seguinte fórmula ou de outra semelhante:
"SS. Trindade, Pai, Filho, Espírito Santo, eu vos agradeço todos os favores, todas as graças com que enriquecestes a alma de vossa serva Teresa do Menino Jesus, durante os 24 anos que passou na terra e, pelos méritos de tão querida Santinha, concedei-me a graça que ardentemente vos peço (...), se for conforme a vossa santíssima vontade e para salvação de minha alma."
Rezam-se em seguida os 24 Glória ao Pai, podendo-se acrescentar a cada Glória ao Pai a jaculatória: Santa Teresinha do Menino Jesus, rogai por nós! Ao final, uma Ave Maria e um Pai Nosso!

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Eu os chamo à conversão


Queridos filhos ! Neste tempo em que pensam no descanso do corpo, Eu os chamo à conversão.
Rezem e trabalhem de modo que o vosso coração anseie por Deus Criador que é verdadeiro repouso da vossa alma e do vosso corpo.
Que Ele revele Sua Face e Lhes dê a Sua Paz. Eu estou convosco e intercedo diante de Deus por cada um de vós. Obrigada por terem respondido a meu apelo !
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